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Resultados 5 recursos
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O estudo teve o objetivo de identificar estudos empíricos sobre o ensino de matemática para estudantes com dupla excepcionalidade em Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Altas Habilidades/ Superdotação (AH/SD). Trata-se de uma revisão sistemática de literatura baseada em trabalhos empíricos internacionais, publicados de 2003 a 2023, de acordo com o protocolo do PRISMA, em bases de dados de livre acesso. As bases acessadas via Portal de Periódicos da CAPES foram: SciELO (Scientific Electronic Library Online), DOAJ (Directory of Open Access Journals), SAGE Journals Online, BioMed Central Journals, Web of Science, ScienceDirect (Elsevier), ERIC (Education Resources Information Center), Free E-Journals, J-STAGE Free, PubMed Central, Springer Nature Complete Journals, Taylor & Francis Journals Complete, Wiley Online Library e PsycINFO. Os descritores representativos da temática de investigação foram: “autism” AND “giftedness” AND “mathematics” (“autismo” E “superdotação” E “matemática”), “autism” AND “gifted” AND “mathematics” (“autismo” E “superdotado” E “matemática”), “asperger” AND “mathematics” (“asperger” E “matemática”). Como critério de seleção dos artigos, considerou-se a disponibilidade, na íntegra, nas bases de dados, revisado por pares. além de serem estudos empíricos. Nessa busca, foram encontrados 871 artigos. Após a leitura de títulos e resumos, constatou-se a existência de 15 estudos que atendiam os pré-requisitos, os quais foram selecionados para leitura na íntegra. Após a leitura, chegou ao banco de dados final, que foram três artigos. Como resultados, percebeu-se que a dupla excepcionalidade não garante que a área de melhor desempenho seja necessariamente a matemática e que algumas práticas instrucionais podem ser consideradas barreiras para o aprendizado, de acordo com o relato de alunos entrevistados. Ainda que o déficit na compreensão verbal, característica do TEA, pode atrapalhar o desempenho matemático, uma vez que leitura e compreensão de texto são habilidades necessárias.
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Uma das vertentes educativas mais férteis é a busca incessante por uma escola inclusiva, a qual contenha um projeto pedagógico que contemple as necessidades específicas de cada educando. Quando falamos de altas habilidades ou superdotação, surgem algumas ideias que nos levam a pensar em crianças prodígio e gênios em todas as áreas do conhecimento, mas, não é bem assim, essas crianças precisam de um olhar flexível para que suas necessidades sejam atendidas. Os professores precisam quebrar antigos paradigmas e utilizar de estratégias pedagógicas que atendam às necessidades desses alunos. Diante dessa situação, o que nós, educadores, podemos propor como desafios a esses alunos para que seus direitos de aprendizagem sejam garantidos? A investigação desta pesquisa se apoia em conhecer o olhar do educador sobre o conceito de altas habilidades ou superdotação e sobre a práxis educativa como forma de democratizar as necessidades individuais dos alunos superdotados. A referida pesquisa, nos leva a indagar e a refletir sobre: Os professores do ensino fundamental dos anos finais se apropriaram do conceito de altas habilidades ou superdotação ainda na universidade e sabem qual metodologia utilizar para que esses alunos se mantenham motivados e avancem em seu processo de aprendizagem? A referida pesquisa teve caráter qualitativo onde descreveu e interpretou os dados expostos pelos professores de uma escola na cidade de Natal/RN ao professor pesquisador a fim de analisar e revelar a visão do educador sobre a condição dos alunos com altas habilidades ou superdotação, realidade vivenciada no dia a dia de sala de aula e as metodologias adotadas.
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Este estudo versa sobre as meninas negras com superdotação que historicamente enfrentam desafios e desigualdades no sistema educacional e que tais desafios se referem, principalmente, a dupla marginalização que estas meninas enfrentam. Assim, delineamos como objetivo geral, desta pesquisa, investigar na literatura científica o processo de inclusão de meninas negras em programas para alunos superdotados, por meio de uma revisão sistemática de literatura. Para tanto, delimitamos como objetivos específicos: (a) Analisar as barreiras e os desafios enfrentados por meninas negras no acesso a programas para alunos superdotados; (b) Avaliar as estratégias e intervenções educativas eficazes na promoção da inclusão de meninas negras em programas para superdotados; (c) Explorar as experiências e as percepções de meninas negras incluídas em programas para superdotados. Metodologicamente, este estudo caracteriza-se por ser uma revisão sistemática da literatura, em que se pretende pesquisar estudos no idioma português, a partir das base de dados: Periódico da Capes, Scielo e Google Acadêmico, utilizando-se como descritores os termos “Altas habilidades”, “Superdotação”, “Meninas negras”, “Programas para superdotados”. A partir disso, espera-se verificar que as significações e os preconceitos enfrentados pelas meninas negras superdotadas são construídos socialmente e, portanto, é possível de serem descontruídos em prol de uma educação inclusiva, democrática e equitativa
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The cases in this chapter focus on understanding the intellectual and social-emotional development of gifted and talented students and the need for differentiation in curricular programs. Each case explores an aspect of learning and developmental differences such as twice and thrice exceptionalities, underachievement, and perfectionism while providing opportunities for readers to reflect on their implications.
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A inclusão escolar é um processo que possui desafios e que visa garantir a participação plena e igualitária de todos os estudantes, independentemente de suas habilidades, necessidades especiais, origens étnicas, religiosas ou socioeconômicas. Estes objetivos devem permear todas as instituições de ensino, principalmente as escolas públicas e em especial, nas Escolas de Tempo Integral. Incluir significa não apenas matricular os alunos, mas também proporcionar-lhes o suporte necessário para que possam alcançar seu pleno potencial acadêmico, social, emocional, espiritual e até mesmo contemplando o tema saúde mental. Todos devem ser participantes e coparticipantes desta inclusão. Isso inclui aqueles com deficiências físicas, sensoriais, intelectuais, emocionais ou comportamentais, bem como aqueles que enfrentam barreiras socioeconômicas, culturais ou linguísticas. A inclusão também abrange estudantes superdotados, pois eles também têm necessidades educacionais especiais que requerem atenção individualizada. A inclusão começa com a aceitação da diversidade como um valor fundamental da comunidade escolar. Isso implica em adaptar práticas pedagógicas, currículos e ambientes físicos para atender às necessidades variadas dos alunos. Estratégias como a educação inclusiva, que busca integrar alunos com deficiência em salas de aula regulares, e o desenvolvimento de programas de apoio individualizado, como planos de educação individualizada ou planos de ensino individualizado, são fundamentais. Além disso, a formação continuada de professores e funcionários da escola é essencial para criar um ambiente inclusivo. Isso envolve sensibilização para as necessidades específicas dos alunos, técnicas de ensino diferenciadas e a promoção de uma cultura escolar baseada na empatia, respeito mútuo e colaboração. Assim, as deficiências não serão barreiras, mas apenas indicações para a solução de problemas. A inclusão escolar é um compromisso com a equidade e a justiça educacional, que reconhece e valoriza a diversidade como um recurso enriquecedor para toda a comunidade escolar. Este é um relato de experiência exitosa sobre esta temática.