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Resultados 4 recursos
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Uma das vertentes educativas mais férteis é a busca incessante por uma escola inclusiva, a qual contenha um projeto pedagógico que contemple as necessidades específicas de cada educando. Quando falamos de altas habilidades ou superdotação, surgem algumas ideias que nos levam a pensar em crianças prodígio e gênios em todas as áreas do conhecimento, mas, não é bem assim, essas crianças precisam de um olhar flexível para que suas necessidades sejam atendidas. Os professores precisam quebrar antigos paradigmas e utilizar de estratégias pedagógicas que atendam às necessidades desses alunos. Diante dessa situação, o que nós, educadores, podemos propor como desafios a esses alunos para que seus direitos de aprendizagem sejam garantidos? A investigação desta pesquisa se apoia em conhecer o olhar do educador sobre o conceito de altas habilidades ou superdotação e sobre a práxis educativa como forma de democratizar as necessidades individuais dos alunos superdotados. A referida pesquisa, nos leva a indagar e a refletir sobre: Os professores do ensino fundamental dos anos finais se apropriaram do conceito de altas habilidades ou superdotação ainda na universidade e sabem qual metodologia utilizar para que esses alunos se mantenham motivados e avancem em seu processo de aprendizagem? A referida pesquisa teve caráter qualitativo onde descreveu e interpretou os dados expostos pelos professores de uma escola na cidade de Natal/RN ao professor pesquisador a fim de analisar e revelar a visão do educador sobre a condição dos alunos com altas habilidades ou superdotação, realidade vivenciada no dia a dia de sala de aula e as metodologias adotadas.
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Este estudo versa sobre as meninas negras com superdotação que historicamente enfrentam desafios e desigualdades no sistema educacional e que tais desafios se referem, principalmente, a dupla marginalização que estas meninas enfrentam. Assim, delineamos como objetivo geral, desta pesquisa, investigar na literatura científica o processo de inclusão de meninas negras em programas para alunos superdotados, por meio de uma revisão sistemática de literatura. Para tanto, delimitamos como objetivos específicos: (a) Analisar as barreiras e os desafios enfrentados por meninas negras no acesso a programas para alunos superdotados; (b) Avaliar as estratégias e intervenções educativas eficazes na promoção da inclusão de meninas negras em programas para superdotados; (c) Explorar as experiências e as percepções de meninas negras incluídas em programas para superdotados. Metodologicamente, este estudo caracteriza-se por ser uma revisão sistemática da literatura, em que se pretende pesquisar estudos no idioma português, a partir das base de dados: Periódico da Capes, Scielo e Google Acadêmico, utilizando-se como descritores os termos “Altas habilidades”, “Superdotação”, “Meninas negras”, “Programas para superdotados”. A partir disso, espera-se verificar que as significações e os preconceitos enfrentados pelas meninas negras superdotadas são construídos socialmente e, portanto, é possível de serem descontruídos em prol de uma educação inclusiva, democrática e equitativa
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O estudo teve o objetivo de identificar estudos empíricos sobre o ensino de matemática para estudantes com dupla excepcionalidade em Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Altas Habilidades/ Superdotação (AH/SD). Trata-se de uma revisão sistemática de literatura baseada em trabalhos empíricos internacionais, publicados de 2003 a 2023, de acordo com o protocolo do PRISMA, em bases de dados de livre acesso. As bases acessadas via Portal de Periódicos da CAPES foram: SciELO (Scientific Electronic Library Online), DOAJ (Directory of Open Access Journals), SAGE Journals Online, BioMed Central Journals, Web of Science, ScienceDirect (Elsevier), ERIC (Education Resources Information Center), Free E-Journals, J-STAGE Free, PubMed Central, Springer Nature Complete Journals, Taylor & Francis Journals Complete, Wiley Online Library e PsycINFO. Os descritores representativos da temática de investigação foram: “autism” AND “giftedness” AND “mathematics” (“autismo” E “superdotação” E “matemática”), “autism” AND “gifted” AND “mathematics” (“autismo” E “superdotado” E “matemática”), “asperger” AND “mathematics” (“asperger” E “matemática”). Como critério de seleção dos artigos, considerou-se a disponibilidade, na íntegra, nas bases de dados, revisado por pares. além de serem estudos empíricos. Nessa busca, foram encontrados 871 artigos. Após a leitura de títulos e resumos, constatou-se a existência de 15 estudos que atendiam os pré-requisitos, os quais foram selecionados para leitura na íntegra. Após a leitura, chegou ao banco de dados final, que foram três artigos. Como resultados, percebeu-se que a dupla excepcionalidade não garante que a área de melhor desempenho seja necessariamente a matemática e que algumas práticas instrucionais podem ser consideradas barreiras para o aprendizado, de acordo com o relato de alunos entrevistados. Ainda que o déficit na compreensão verbal, característica do TEA, pode atrapalhar o desempenho matemático, uma vez que leitura e compreensão de texto são habilidades necessárias.
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A inclusão escolar é um processo que possui desafios e que visa garantir a participação plena e igualitária de todos os estudantes, independentemente de suas habilidades, necessidades especiais, origens étnicas, religiosas ou socioeconômicas. Estes objetivos devem permear todas as instituições de ensino, principalmente as escolas públicas e em especial, nas Escolas de Tempo Integral. Incluir significa não apenas matricular os alunos, mas também proporcionar-lhes o suporte necessário para que possam alcançar seu pleno potencial acadêmico, social, emocional, espiritual e até mesmo contemplando o tema saúde mental. Todos devem ser participantes e coparticipantes desta inclusão. Isso inclui aqueles com deficiências físicas, sensoriais, intelectuais, emocionais ou comportamentais, bem como aqueles que enfrentam barreiras socioeconômicas, culturais ou linguísticas. A inclusão também abrange estudantes superdotados, pois eles também têm necessidades educacionais especiais que requerem atenção individualizada. A inclusão começa com a aceitação da diversidade como um valor fundamental da comunidade escolar. Isso implica em adaptar práticas pedagógicas, currículos e ambientes físicos para atender às necessidades variadas dos alunos. Estratégias como a educação inclusiva, que busca integrar alunos com deficiência em salas de aula regulares, e o desenvolvimento de programas de apoio individualizado, como planos de educação individualizada ou planos de ensino individualizado, são fundamentais. Além disso, a formação continuada de professores e funcionários da escola é essencial para criar um ambiente inclusivo. Isso envolve sensibilização para as necessidades específicas dos alunos, técnicas de ensino diferenciadas e a promoção de uma cultura escolar baseada na empatia, respeito mútuo e colaboração. Assim, as deficiências não serão barreiras, mas apenas indicações para a solução de problemas. A inclusão escolar é um compromisso com a equidade e a justiça educacional, que reconhece e valoriza a diversidade como um recurso enriquecedor para toda a comunidade escolar. Este é um relato de experiência exitosa sobre esta temática.
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Tipo de recurso
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Año de publicación
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Entre 2000 y 2026
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Entre 2020 y 2026
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- 2025 (4)
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Entre 2020 y 2026
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